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Cotidiano Saúde

Dengue poderá voltar se a população de Pato Bragado não colaborar

Em 2020, o município viveu uma epidemia dessa doença e a situação pode voltar a se repetir e fazer novas vítimas se a população não agir.

05/02/2021 16h35
Por: Tribuna Fonte: Assessoria
ACS farão um trabalho integrado às endemias para que o primeiro ciclo de combate ao Aedes aegypti seja concluído - Foto: Marili Koehler
ACS farão um trabalho integrado às endemias para que o primeiro ciclo de combate ao Aedes aegypti seja concluído - Foto: Marili Koehler

As chuvas constantes nos últimos dias em Pato Bragado e região servem de alerta para um problema que pode surgir novamente em Pato Bragado, a dengue. Em 2020, o município viveu uma epidemia dessa doença e a situação pode voltar a se repetir e fazer novas vítimas se a população não agir. 

Nos períodos em que a chuva dá uma trégua, os Agentes de Combate às Endemias (ACEs) partem à campo para realizar o trabalho de vistoria nas residências, fazendo uso, inclusive de pulverizador costal. No entanto, essa ação precisa ser integrada, ou seja, com o apoio total da comunidade para se alcançar o resultado necessário.

Nesse sentido, os ACEs, Jaqueline Luft, Walmir Ortiz e Margarete Scheibe destacam a importância das pessoas não deixarem materiais expostos ao tempo e que poderão servir de criadouro do mosquito Aedes aegypti. Eles apontam que é necessário verificar, constantemente, as calhas de águas, bebedores de animais que devem ser lavados com frequência, lixos, entulhos e tomar muito cuidado com as piscinas que se não forem mantidas corretamente podem ser grandes disseminadores de mosquitos. 

Os agentes declaram que as pessoas já têm ciência que qualquer local exposto ao tempo poderá vir a se tornar um eventual criadouro de mosquitos, até mesmo os buracos de árvores e folhas que caem no chão, e assim vão acumulando água ou aquela simples tampinha de garrafa pet, esquecida no quintal de casa por alguns dias, recebendo sol e chuva. “Portanto, tanto no chão como em locais mais altos é preciso que a população continue realizando a fiscalização e eliminação da água, pois o Aedes aegytpi se cria tanto na água limpa, quanto na suja”, frisam. 

REFORÇO 

Por conta da instabilidade climática que acabou prejudicando o trabalho, os agentes de endemias contarão com importante reforço na orientação, vistoria e eliminação dos focos, considerando que a maior parte da cidade continua sem cobertura e estão aparecendo casos suspeitos de dengue. As Agentes Comunitárias de Saúde (ACS) farão, portanto, um trabalho integrado às endemias para que o primeiro ciclo de combate ao mosquito Aedes aegypti, previsto para encerrar no dia 28 de fevereiro, seja concluído.

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