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Quarta onda

Com o surgimento na África do Sul de uma nova variante do Sars-Cov-2, chamada B.1.1.529, o mundo está diante da ameaça de uma quarta onda de infecções pelo coronavírus

02/12/2021 20h21
Por: Editor
Quarta onda

 

Com o surgimento na África do Sul de uma nova variante do Sars-Cov-2, chamada B.1.1.529, o mundo está diante da ameaça de uma quarta onda de infecções pelo coronavírus. Apesar de ser muito recente e haver poucos estudos a seu respeito, existe o temor que a nova cepa possa ser mais transmissível do que as anteriores e até mesmo resistente às vacinas disponíveis no momento.

A Pfizer já iniciou testes de eficácia de seu imunizante contra a nova variante. Outros laboratórios devem seguir o mesmo caminho. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que “levará semanas” até que os riscos da B.1.1.529 sejam plenamente conhecidos.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já recomendou o fechamento imediato das fronteiras brasileiras para viajantes não vacinados e para qualquer pessoa que chegue da África do Sul e outros cinco países do continente africano. Mas existe a possibilidade do novo vírus já estar circulando por aqui.

Também é preocupante a possibilidade da realização do carnaval no Brasil, condição extremamente propícia para o aumento da transmissão comunitária do vírus. Algo que deve ser revisto imediatamente.

O surgimento de uma nova e ameaçadora variante do coronavírus não surpreende. Mutações virais fazem parte da natureza. O que impressiona, no entanto, é a incompreensão humana e a reiterada negligência, a despeito de todo o conhecimento já produzido sobre o vírus e, principalmente, de toda a dor que ele já causou. Quantos conhecidos nossos morreram, passaram momentos angustiantes num leito de hospital ou ainda amargam incontáveis sequelas decorrentes da doença?

Mas, e aí? O que podemos fazer para evitá-lo e impedir que voltemos a viver dias angustiantes como experimentamos no primeiro semestre deste ano?

A resposta é simples. Tudo aquilo que aprendemos nos dois últimos anos no que tange a prevenção. É extremamente importante que cada indivíduo mantenha o máximo de cuidado a fim de evitar o pior, com hospitais lotados e novos decretos determinando restrições severas ao comércio para diminuir a circulação de pessoas e, consequentemente, do vírus.

Novos fechamentoos serão determinados por governos mundo afora? Haverá mais pressão sobre os sistemas de saúde, mal saídos do maior teste de estresse da história recente? Ninguém sabe.

Então vamos fazer a nossa parte desde já, redobrando os cuidados pessoais para protegermos nossa saúde e nossa vida. Só a responsabilidade dos cidadãos e a ação rápida do governo pode evitar que o Brasil experimente novamente os horrores desta pandemia.

 

 

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