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Opinião Editorial

Representatividade

Se por um lado, foi uma semana que ganhamos representatividade estadual, perdemos, e muito, em nível federal com a morte do deputado federal José Carlos Schiavinato.

15/04/2021 19h53 Atualizada há 3 semanas
Por: Tribuna
Representatividade

Este editorial já estava pronto e destacava o ganho de representatividade política que a região de Marechal Cândido Rondon com ascensão de Elio Rusch (DEM) e Ademir Bier (PSD) a cadeiras na Assembleia Legislativa do Paraná. Afinal, é a nossa região que ganha dois representantes no parlamento estadual, retomando a representatividade política, mesmo que por tempo provisório.

Mas, na noite de terça-feira uma notícia que ecoou nas redes sociais chocou toda região e nos obrigou a reescrever este artigo.

“Esperávamos um milagre. E ele não veio. Ou aconteceu de uma forma que agora não sabemos compreender. José Carlos Schiavinato acabou de falecer na noite dessa terça-feira, 13 de abril”, dizia a nota publicada nas redes sociais do deputado federal Schiavinato.

Se por um lado, foi uma semana que ganhamos representatividade estadual, perdemos, e muito, em nível federal com a morte do deputado federal José Carlos Schiavinato. 

A morte de Schiavinato abre uma lacuna sem precedentes na história política da região nas últimas décadas, ao perder a sua representação na Câmara dos Deputados. Essa nossa microrregião, do extremo Oeste do Paraná, chegou a ter três deputados federais há alguns anos, com Werner Wanderer (Marechal Rondon) Dilceu Sperafico (Toledo), Moacir Micheletto (Assis Chateaubriand). Agora ficam sem nenhum representante no Congresso Nacional.

Escrevíamos no artigo anterior que, mesmo com os dias de mandato contados, a certeza é que tanto Elio quanto Ademir irão fazer o melhor para direcionar recursos estaduais aos municípios que sempre representaram e aí vai muito além de Marechal Cândido Rondon. Aliás, a representatividade regional dos dois tem feito falta na região. 

Contudo, ainda é incalculável a falta que Schiavinato fará em Brasília, especialmente aos municípios, cujos prefeitos da região, independente de partido, tinham nele uma espécie de passarela para ter acesso aos convênios e recursos federais. Obviamente que o espaço será preenchido por outros, mas não será a mesma coisa. Schiavinato tinha um compromisso com a região e ele era um homem de honrar seus compromissos desde os tempos de prefeito de Toledo e depois como deputado estadual. 

A sua morte deixará um vazio político difícil de ser recuperado. Por isso, no ano que vem, quando novamente formos às urnas para eleger nossos representantes no parlamento, vamos refletir sobre isso. A escolha de representantes que possam defender as bandeiras da nossa cidade e região é essencial para o desenvolvimento de todos, inclusive de quem não gosta de política. 

 

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